Bíblia

Terminei de ler hoje a Bíblia, graças a Deus.

O último livro que li foi o livro do profeta Ezequiel.

Minha bíblia atual, dada por uma ex namorada há alguns anos, encontra-se já bastante surrada.

Estou muito feliz por ter terminado de ler a Palavra do Senhor, pela primeira vez por completo. No entanto, fico de certa forma desapontado comigo mesmo em ter postergado tanto esse momento. Perceba, eu tenho 27 anos, e leio a Bíblia desde criança, e embora tenha lido alguns livros várias vezes, nunca havia lido a Bíblia por completo. Tantas foram as vezes que comecei e parei, tentei seguir aqueles programas de leitura anual, e nunca consegui, sempre parando em algumas partes mais árduas, digamos assim.

De todo modo, agradeço mais uma vez ao Pai por me ter concedido o privilégio de ler sua Palavra, livremente, em meu idioma, quando tantos no mundo não têm sequer um versículo traduzido para sua língua, ou são proibidos de ler as Sagradas Escrituras.

Minha oração é que essa tenha sido apenas a primeira de muitas outras lidas completas, que o Senhor continue se dando a conhecer a mim através de sua Palavra, que eu possa meditar nela dia e noite, como diz o Salmo 1, e que eu possa escondê-la no meu coração, para não pecar contra o Pai.

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Juazeiro e Petrolina

Estive esse final de semana em Juazeiro/BA e, por conseqüência, já que é só atravessar a ponte presidente Dutra, estive também em Petrolina/PE.

Pense na diferença entre as duas cidades.

Não sei se digo "tá certo" que Petrolina tem quase duas vezes a população de Juazeiro, ou se é por causa disso que Petrolina tem quase duas vezes a população de Juazeiro, mas o fato é que achei Juazeiro bem acabada, lembra bastante minha cidade no interior do Ceará, clima seco, as coisas meio abandonadas. Já Petrolina "tem cara" de cidade maior, quase que de capital mesmo, lembrei bastante de Aracaju, com suas avenidas largas e bem pavimentadas, boa infraestrutura urbana em todos os aspectos, bem diferente de Juazeiro.

É tão gritante a diferença que até o clima parece diferente, parece mais ameno do lado de lá da ponte, o que é virtualmente impossível ou pelo menos improvável.

Bem, afora a boa impressão que tive de Petrolina, e a normal impressão de cidade sertaneja decadente que tive de Juazeiro, comi um bode assado no sábado para matar a saudade, que fazia um tempo não comia, e devido ao desgaste dos 500 kms da ida no sábado, mais 500 da volta no domingo, estou bastante cansado ainda.

Fico por aqui.